Londrina, Belinati e a Lei de Murphy

Por Armando Duarte Jr.

“Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará”. Está é a síntese da Lei de Murphy, muito utilizada no ocidente e aplicável nas mais diversas situações de nossas vidas. As eleições municipais de 2008 em Londrina são um exemplo disso.

Muitos acreditavam que o prefeito cassado, Antonio Belinati, teria sua candidatura barrada pelo Judiciário, mas isso não ocorreu no momento certo e ele teve seu registro deferido, passou pelo primeiro turno e até venceu o segundo. Daí, então alguém lá do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), entendeu que o registro dele não era legal e no julgamento foi determinada a anulação do segundo turno entre Belinati e Hauly, com a realização de novo pleito, para desespero geral de belinatistas e demais eleitores londrinenses.

O terceiro turno foi marcado por um grande índice de abstenção, comprometendo a legitimidade desse pleito, bem como a vitória do prefeito eleito, Barbosa Neto. Eis que após menos de dois meses de nova administração, o Judiciário, pelas mãos da ministra Ellen Gracie, do STF (Supremo Tribunal Federal), dá provimento ao Recurso de Belinati, reacendendo sua esperança de voltar à Prefeitura de Londrina. É claro que isso ainda depende de um parecer favorável do Ministério Público Federal e, depois, de sua admissibilidade pelos ministros do Supremo, se entenderem que o mesmo atende os princípios legais para então ser deferido.

Pelo jeito, essa longa e demorada pantomima ainda tem muitos capítulos pela frente. O pior, é que nós, eleitores londrinenses, protagonistas desse triste enredo, vamos acabar pagando o “mico” novamente pelo erro cometido lá atrás.

* Artigo publicado no Blog adjcomunicacao.wordpress.com

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Published in: on 30/06/2009 at 5:35 PM  Deixe um comentário  

Londrinense é um dos ganhadores do prêmio acumulado da Megasena

Por Armando Duarte Jr.

É de Londrina um dos quatro apostadores que acertaram os seis números do sorteio 1.086 da Megasena, realizado no sábado (27/06) em Patos (PB). Cada um dos sortudos vai receber R$ 13.904.065,20, valor que já teve o desconto do Imposto de Renda. Além da aposta que saiu para Londrina, também ganharam os volantes da Megasena feitos em Ibereté (MG), Leme (SP) e São Bernardo do Campo SP).

Este foi um dos maiores prêmios já pagos por esta loteria da Caixa Econômica Federal, que ficou acumulado por algumas semanas até atingir um valor total de R$ 55.616.260,00. Os 954 apostadores que acertaram cinco números da Megasena receberam prêmios mais modestos, de R$ 5.479,55. A quadra pagou R$ 142,93 a 52.159 apostadores. Segundo informa o site da Caixa (www.caixa.gov.br), o concurso 1.086 teve uma arrecadação total de R$ 89.142.866,75.

Felizmente o prêmio bilionário foi dividido. Cada uma das quatro apostas vencedoras vai injetar em suas regiões cerca de R$ 13 milhões, o que poderá movimentar o mercado imobiliário, comércio e, quem sabe, até gerar empregos.

* Matéria publicada no Blog adjcomunicacao.wordpress.com

Published in: on 28/06/2009 at 10:35 AM  Deixe um comentário  

Jornalistas intensificam luta em defesa do Diploma

Luta em defesa do Diploma ganha apóio da Câmara Municipal

Luta em defesa do Diploma ganha apoio da Câmara Municipal

Por Armando Duarte Jr.

Uma semana após o STF (Supremo Tribunal Federal) ter derrubado a exigência do Diploma para exercício da profissão de jornalista, a categoria intensifica a campanha em defesa da obrigatoriedade. Na semana passada, entidades conceituadas, como a ABI (Associação Brasileira de Imprensa) e a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), parlamentares e até integrantes do Judiciário se manifestaram favoráveis à exigência de formação acadêmica para jornalista, apoiando essa luta da categoria.

Esta semana, a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) orientou os 31 Sindicatos filiados a realizarem atividades de protesto e a busca de apoios na sociedade para garantir a regulamentação profissional. O objetivo, segundo nota emitida pelo presidente da entidade, Sérgio Murillo de Andrade, é mostrar a força da categoria aos patrões e procurar brechas na sentença do julgamento do Recurso interposto pelo Ministério Público Federal, a pedido do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo, para manter a exigência do Diploma de forma legal.

Esta luta também foi encampada por jornalistas independentes. Através de artigos publicados em Blogs eles expressam argumentos contrários ao apresentado pelo ministro Gilmar Mendes, relator do Recurso no STF. O principal deles, a garantia de “liberdade de expressão”, que estaria sendo cerceada pelo o inciso V do artigo 4º do Decreto-Lei 972/69, tem sido combatido de forma sensata, como fez o jornalista diplomado Rogério Fischer, ex-editor de Esportes da Folha de Londrina e ex-chefe de redação do Diário de Maringá.

No artigo “Você não vale nada, mas eu gosto de você”, publicado em seu blog, http://fischer-blogdofischer.blogspot.com, Rogério discorre sobre o posicionamento de Gilmar Mendes e até de outros colegas contrários à exigência do Diploma. Seu texto convence e lembra que a regulamentação da profissão de jornalista jamais impediu outros profissionais de manifestarem suas opiniões em órgãos de comunicação no Brasil, seja em artigos, cartas ou em até mesmo entrevistas.

É uma ótima leitura para quem ainda tem dúvida se a exigência do Diploma é necessária ou não. Lembro que este debate é muito bom e em breve será ampliado, pois o próprio Gilmar Mendes já declarou que outras profissões nas quais é exigido o Diploma ou formação específica passarão pelo crivo do STF. Segundo ele, ficarão de fora as ligadas à área de saúde, engenharia, advocacia e a magistratura, é claro, né!!!

* Matéria publicada no Blog adjcomunicacao.wordpress.com

Published in: on 24/06/2009 at 12:37 PM  Deixe um comentário  

Retrocesso: STF derruba obrigatoriedade de Diploma para jornalista

Por Armando Duarte Jr.

O STF ( Supremo Tribunal Federal) deu provimento ao Recurso Extraordinário RE 511961, interposto pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo, em julgamento realizado no dia 17 de junho, em Brasília, e derrubou a obrigatoriedade do Diploma para exercício da profissão de jornalista. Neste julgamento histórico, o STF pôs fim a uma conquista de 40 anos dos jornalistas e da sociedade brasileira, renegando a importância que a formação acadêmica tem para a profissão.

Em Londrina, o Sindicato dos Jornalistas vai promover nesta quinta-feira (18/06), às 14h00, um protesto na Câmara de vereadores contra a decisão do STF. No mesmo dia, a Fenaj estará reunida em Brasília para avaliar o resultado do julgamento e traçar novas estratégias da luta pela qualificação do Jornalismo.

Segundo informações da Fenaj, o ministro Gilmar Mendes, relator do Recurso 511961, defendeu a derrubada da obrigatoriedade, alegando que isso é uma exigência inconstitucional e, em determinado trecho de sua fala, mencionou atividades de culinária e de corte e costura, para as quais não é exigido diploma. Dos nove ministros presentes à sessão, sete seguiram a posição contrária à obrigatoriedade do Diploma para o exercício da profissão de jornalista.

*Matéria publicada no Blog adjcomunicacao.wordpress.com

Published in: on 18/06/2009 at 12:50 AM  Deixe um comentário  

O aniversário da borboleta amarela

Linda, as portas estão abertas

Linda, as portas estão abertas

Por Armando Duarte Jr. 

Hoje, 13 de junho, Dia de Santo Antonio, a Borboleta amarela que nasceu em minha casa faz uma semana de vida. Linda, talvez este seja o seu nome, pois sua beleza é imensa, rompeu o casulo no último sábado, após uns 40 dias dedicados à transformação.

Quem descobriu “Linda” foi minha filha menor, a Carla, sempre atenta a tudo o que ocorre ao seu redor. Da subida da lagarta de aspecto nada agradável para a parede da área de serviço de casa até a revelação de tamanha beleza passaram-se semanas, durante as quais ficamos de olho esperando a surpresa.

E ela veio. Nunca pensei em contemplar tal magia da natureza, apesar dos meus quarenta e tantos anos de vida já ter visto muitas coisas boas e más. E pensar que aprendi com minha mãe a matar as lagartas que acabam com as folhas do nosso pé de limão, amigo que temos há mais de duas décadas.

Decidi com o nascimento de “Bela” que não vou mais atear fogo nas lagartas para defender nosso pé de limão. Talvez possa tirá-las de lá e colocá-las na data vizinha, mas não eliminá-las, como sempre fiz.

Tamanha beleza não pode ser combatida. Já vi muitas borboletas em minha vida, mas essa é linda demais. Infelizmente ela se foi e não sei quando voltará, mas estou esperando. Quem sabe como o “filho pródigo”, da Bíblia, ela retorna para semear novas vidas em nosso pé de limão. As portas estão abertas, Linda.

* Artigo publicado no Blog adjcomunicacao.wordpress.com

Published in: on 16/06/2009 at 10:11 AM  Deixe um comentário  

STF adia julgamento de recurso contra o Diploma de jornalista

O STF transferiu para o dia 17 de junho o julgamento do Recurso que requer o fim da obrigatoriedade do Diploma para exercício da profissão de jornalista.

* Leia mais no Blog adjcomunicacao.wordpress.com 

Published in: on 11/06/2009 at 5:51 PM  Deixe um comentário  

Diploma de jornalista em jogo no STF

Por Armando Duarte Jr.

O STF (Supremo Tribunal Federal) deve julgar hoje (10/06) o Recurso Extraordinário RE 511961, que questiona a obrigatoriedade da formação universitária em Jornalismo para o exercício da profissão. Em função do risco que esse julgamento pode trazer à profissão, o Sindicato dos Jornalistas de Londrina realiza protesto hoje, às 9h00, em frente ao Fórum, como forma de pressionar a derrubada do referido Recurso.

A discussão sobre a legitimidade e legalidade da exigência do diploma para exercer a profissão de jornalismo é antiga. Muitos defensores do que chamam “liberdade de expressão” se baseiam na legislação que criou a obrigatoriedade, editada durante o período da Ditadura. De fato, qualquer ligação com aquele período obscuro da política brasileira traz desconfianças, mas primeiro é necessário entender por que o diploma é importante e sua exigência deve ser mantida.

Qualquer cidadão alfabetizado pode redigir um texto e publicá-lo, seja em seções de cartas, opiniões e em outras em que haja a chamada interatividade com o leitor. Todavia, fazer jornalismo não se resume a preparar um texto e jogá-lo ao público.

A profissão, muitas vezes denominada de “quarto poder”, exige responsabilidade naquilo que é passado à sociedade, cuidando para que a verdade prevaleça e a mensagem seja passada ao público sem vícios de preconceito, discriminação ou interesses pessoais. E isso se aprende nos bancos da Universidade, onde a formação acadêmica engloba conhecimento, ainda que não muito profundo, sobre filosofia, sociologia, economia, cultura e uma série de conteúdos curriculares que vão preparar o profissional da comunicação. Tudo isso vai além das meras técnicas jornalísticas que muitos acabam aprendendo somente quando abraçam de fato a profissão.

Essa formação acadêmica vai formar o bom profissional, como ocorre nos demais cursos universitários. Os estudantes de medicina, de agronomia, de engenharia e dos demais cursos  também tem aulas de ciências humanas e, em alguns casos, até mesmo de jornalismo. Como as demais profissões, é necessário se preparar bem para colocar em prática o aprendizado e se relacionar com o público, seja ele cliente, paciente ou até mesmo leitor.

Por tudo isso, não é possível admitir o fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Defendo essa posição com base na experiência adquirida  em quase 24 anos de atuação na área, quatro dos quais dedicados ao estudo de jornalismo na UEL.

Como os demais colegas que têm este mesmo posicionamento, não quero ver meu diploma desprezado como um pedaço qualquer de  papel e ver minha profissão ser tomada por aventureiros, preocupados tão somente em tirar proveito da comunicação em benefício próprio. Meu diploma representa tudo o que aprendi para ser um bom jornalista e o tenho como se fosse um troféu ou uma medalha por ter conseguido chegar lá. Por isso, exijo que o respeitem!

Matéria publicada no Blog adjcomunicacao.wordpress.com

Published in: on 10/06/2009 at 1:22 PM  Deixe um comentário  

Reduzir a poluição visual é prioridade?

Por Armando Duarte Jr.

O prefeito de Londrina, Barbosa Neto, anunciou na semana passada o envio de projeto de lei para a Câmara Municipal para regulamentar a propaganda visual na cidade. De acordo com declarações deles dadas à imprensa, o objetivo é “reduzir o estresse” dos munícipes, que são bombardeados com inúmeras mensagens publicitárias ao transitar pela cidade.

De fato, em alguns locais de Londrina a poluição visual é intensa. Um exemplo é a Avenida Higienópolis, principalmente no trecho que dá acesso à Avenida Madre Leônia Milito.  A Avenida Tiradentes e aRua Sergipe também pecam pelo excesso de propagandas das inúmeras empresas ali instaladas, assim como outras ruas comerciais da cidade.

De certa forma, o prefeito Barbosa Neto tem razão ao atacar esse problema de Londrina. Mas aí cabe uma pergunta: isso é prioridade para a cidade? Acredito que não. Temos diversos outros problemas a resolver para melhorar a qualidade de vida da população. A recuperação das vias é uma delas, bem como a regularização de calçadas e o desentupimento de bueiros. Também carece de urgência a definição de estratégias para melhorar o trânsito, agilizar o atendimento nos postos de saúde, ampliar o número de vagas nas creches, como foi prometido durante a Campanha Eleitoral, e resolver muitas outras questões que, ao meu ver, precisam de mais atenção do Poder Público Municipal.

Feitas essas considerações, cabe agora indagar  ao prefeito se o ataque à  poluição visual é um anseio da sociedade e se a mesma foi consultada antes de formular tal projeto de lei. As diversas empresas de propaganda, os trabalhadores que atuam na área de comunicação  visual e, por que não, os comerciantes que anunciam em outdoors e em outros meios desse tipo foram ouvidos?

Parece que não. Pois em pouco mais de um mês de mandato não é possível realizar audiências públicas e debater de forma clara e transparente esse assunto, consultando todos os segmentos envolvidos, como é de costume  em regimes democráticos de administração pública. Por isso, insisto: a sociedade tem que ser consultada antes de ser levada em frente essa luta contra a poluição visual, assim como em todas as demais demandas de interesse mútuo da população.

* Artigo publicado no Blog adjcomunicacao.wordpress.com

Published in: on 07/06/2009 at 12:50 PM  Deixe um comentário  

Tá com frio, vai no Gerson

O Viagrató é a principal atração do Bar do Gerson

O Viagrató é a principal atração do Bar do Gerson

Por Armando Duarte Junior

Se tem alguém que gosta de frio em Londrina é o Gerson Carvalho, proprietário de um Bar na Rua Rio Grande do Norte, 517, na Vila Casoni. Nestes dias de temperatura baixa, o carro- chefe do estabelecimento é o famoso “Viagrató”, um caldo de mocotó que atrai clientes de todas as regiões da cidade, de Cambé, Ibiporã e de outras localidades.

Servido em copo americano ou em cumbuca, o mocotó vem fervendo e esquenta pra valer. Tem ainda aquela pimenta esperta e farinha de mandioca como complementos. Esta iguaria é indicada para “levantar a moral” dos homens, curar bebedeira e espantar o frio.

O Gerson também serve dobradinha, apontada pelo jornalista Widson Schwartz, assíduo frequentador da casa, como uma das melhores de Londrina. O sarapatel, comida preparada com miúdos de porco, atrai ao Bar do Gerson os jornalistas Délio César e Apolo Theodoro, entre outros clientes.

O local é simples, os preços acessíveis e a cerveja está sempre gelada. Dá pra levar a namorada e as crianças também. Tá com frio: vai lá hoje!

SERVIÇO: Bar do Gerson – Rua Rio Grande do Norte, 517, entre a Avenida Duque de Caxias e Rio Grande do Sul, duas quadras abaixo da Avenida Leste Oeste. Preços: Mocotó em copo= R$ 2,00 – Mocotó cumbuca= R$ 4,00 – Sarapatel= R$ 12,00 (porção p/ 2 pessoas) – Dobradinha= R$ 12,00 (porção p/ 2 pessoas).

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Published in: on 04/06/2009 at 1:43 PM  Deixe um comentário  

Os pombos em Londrina

A novela da super-população de pombos em Londrina parece não ter fim. Já se falava em soluções para o problema na gestão de Nedson Micheleti, na interinidade de Padre Roque e pouca coisa mudou com Barbosa Neto à frente da Prefeitura.

Convivi com este problema quando morei na Rua Alagoas, em frentre ao Cemitério São Pedro. Como responsável pela administração do prédio, à época, tentei várias alternativas para espantar as aves de seus ninhos, que eram alojados na caixa de ar condicionado, protegida por uma coluna do prédio. Nessa luta contra os piolhos, sujeira, barulho e tudo o mais que os pombos traziam, coloquei bolinhas de naftalina nos ninhos, mas os bichinos não demoravam muito a derrubá-las, botei um boneco de coruja, que diziam ser ideal para espantá-los, e gastei um bom dinheiro com repelentes adquiridos em uma empresa de produtos veterinários.

Nada disso deu certo. A população de pombos foi aumentando e com medo de que minha filha fosse atacada por piolhos das aves, o que já havia acontecido algumas vezes, resolvi mudar do prédio. Felizmente, agora resido em uma casa térrea e longe desse problema, mas ainda tenho preocupação com as pessoas que ainda convivem com ele.

Não sei se os aparelhos emissores de ondas sonoras vão resolver a situação, nem mesmo se a poda de árvores terá sucesso. Com certeza, os pombos irão procurar novos habitats e o problema só vai mudar de local. Uma boa pedida é fiscalizar a legislação que proíbe alimentá-los. Presenciei por várias vezes pessoas despejando farelo de milho na confluência das Avenidas JK e Rio de Janeiro e até mesmo dentro do Cemitério São Pedro.

Será que os fiscais passam por lá todos os dias???

* Artigo publicado no Blog adjcomunicacao.wordpress.com

Published in: on 03/06/2009 at 7:51 PM  Deixe um comentário