Músico curitibano lança CD “Música de Apartamento”, dia 28, no Valentino

Música de Apartamento é o segundo CD de Alexandre França

Música de Apartamento é o segundo CD de Alexandre França

O poeta, músico e compositor Alexandre França, de Curitiba, lançará no dia 28 de outubro no Bar Valentino, em Londrina, seu segundo CD: “Música de Apartamento”. O show será iniciado às 21h00 e a entrada é gratuita. Este trabalho foi contemplado na edição deste ano do Projeto Pixinguinha Prêmio de Produção e foi inspirado nas  clausuras das grandes cidades.

Segundo o músico, a música carro chefe de seu segundo projeto, “Ninguém Ouve Ninguém“, tem uma estrutura simples e intimista, executada com poucos instrumentos, mais elaborada a partir de uma rigorosa pesquisa de timbres. A classe média foi o cenário de partida para a composição das letras, focadas no dia-a-dia daquelas pessoas que vivem em apartamentos. “É neste ambiente fechado que o músico criou a poética do projeto, com um tom quase cênico, que mistura o espírito teatral de Brecht, com os ritmos brasileiros”, destacou a assessoria de imprensa de Alexandre França.

O CD também traz outras canções, que unem a MPB (Música Popular Brasileira) com elementos europeus presentes na cultura da população de Curitiba. As letras fazem uma crítica à burguesia curitibana, sem, no entanto, condená-la pelo seu jeito de viver. “É revelador saber que a nossa burguesia pode proporcionar este tipo de experiência estética”, comentou o músico Alexandre França. Para completar o show e envolver o público, sons de piano e acordeon complementarão o ambiente da vida enclausurada em apartamento, juntamente com o barulho de geladeira e ronco de criança.

Clique no link abaixo para assistir trecho do show “Música de Apartamento”. http://www.youtube.com/watch?v=aHFnGRwnU8E. Lembre-se: a entrada é franca.

Serviço: lançamento do CD “Música de Apartamento”, de Alexandre França. Local: Bar Valentino, Av. Faria Lima, 486. Horário: 21h00
Ingressos: Entrada Franca.

Músicos: Alexandre França, Davi Sartori, Gilson Fukushima, Alonso Fiqueiroa e Vina Lacerda.

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Published in: on 24/10/2009 at 2:11 PM  Comments (1)  
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Imin 100 trouxe tecnologia desenvolvida por instituições de Ensino Superior

Além de celebrar a cultura japonesa, a exposição também serviu como mostra de resultados obtidos em pesquisas tecnológicas feitas em instituições de Ensino Superior

Por Felipe Teixeira

Os visitantes que foram até o Parque Governador Ney Braga, no fim de semana passado, descobriram que a Expo Imin 100 tinha mais a oferecer do que espetáculos relacionados ao centenário da imigração japonesa. Característica do Japão moderno, a alta tecnologia não poderia deixar de estar representada por estandes dedicados exclusivamente às instituições de Ensino Superior, que investem em pesquisa científica.

A representante da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) na Expo Imin 100, Ângela Louzada, explicou que a participação das instituições é natural pelo fato da organização fazer questão de expor o que de melhor tem sido desenvolvido pelos centros de excelência em ensino no Paraná. “É muito positiva (a participação), pois uma das metas da Seti é interiorizar suas ações, inclusive com a implantação da sede norte em Londrina, e divulgar os projetos que tem mostrado resultados”. No estande, era possível assistir a palestras e conhecer pesquisas feitas com o Biodiesel, piscicultura, alimentos, metereologia e experimentos de Física e Química.

Uma das partes mais interessantes de toda a mostra foi reservada ao Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). Neste setor foi possível visualizar as chamadas Tecnologias Sociais. Este tipo de tecnologia se refere aos processos, metodologias ou técnicas eficientes e de baixo custo, que podem propiciar melhoria na qualidade de vida da sociedade. Basicamente são três projetos: Neociclagem, Biossistemas Integrados na Suinocultura e a Metodologia de Tratamento do Bambu.

“O Neociclagem é inovador, porque consegue reciclar totalmente embalagens laminadas, como as caixas de leite. Antes estes objetos não eram reaproveitados por não existir uma técnica para separar materiais como plástico e alumínio”, detalhou a pesquisadora em Química Ambiental, Lorena Dambiski. A separação é feita depois que os objetos são cortados como folhas e perfurados para que, mergulhados em uma solução quente, possam absorver o líquido e assim ser divididos.

Assim como o projeto acima, os Biossistemas Integrados na Suinocultura também aproveitam o que seria descartado pelas propriedades rurais convencionais. “Nós fazemos o tratamento de dejetos suínos. A partir disso produzimos Biogás, que gera energia para um dos centros de pesquisa em Toledo (PR), fertilizantes, criação de algas e piscicultura em cativeiro. Ainda conseguimos gerar créditos de carbono para vender aos países que mais poluem dentro do Protocolo de Kioto”, disse Lorena. A pesquisa com o tratamento do bambu obteve resultados positivos, mas ainda não foi absorvida pelo mercado. “Conseguimos fabricar até shapes para skates mais resistentes que os fabricados com madeira e vendidos nas lojas”.

Published in: on 27/06/2008 at 3:33 PM  Deixe um comentário  

Em breve, o festival de todas as músicas toma a cena da cidade

por Paula Resende

Enquanto Londrina ainda respira teatro com o FILO, outro grande festival da cidade já trabalha a todo vapor nos bastidores. Aproveitando este “clima cultural”, no dia 10 de julho é a vez da música imperar na 28ª edição do Festival de Música de Londrina (FML).

Orquestra Sinfônica do Paraná

Foto: Divulgação

Consagrado como o “festival de todas as músicas”, o evento mantém seus dois pilares de sucesso: a programação artística e a pedagógica. É com esse formato que o Festival conserva o alto nível dos músicos participantes, desenvolve novos talentos e ajuda na formação de um público apreciador dos mais diversos tipos de música.

As atividades do FML acontecerão de 10 a 26 de julho, se revezando entre os espaços do Colégio Mãe de Deus (cursos e oficinas), da Universidade Estadual de Londrina (Simpósio Paranaense de Educação Musical) e nas salas para shows, concertos e concursos musicais.

Programação pedagógica

Sobre os 80 concertos, que devem tomar a cidade, a organização ainda faz segredo. No máximo, é possível adiantar a vinda de um convidado especial, o compositor Ronaldo Miranda, que prestará uma homenagem póstuma a Henrique Morozowicz, o saudoso Henrique de Curitiba.

Já a estrutura pedagógica do Festival está completamente definida. Este ano serão 63 cursos ministrados por 52 professores, reconhecidos no cenário nacional e internacional. A grade está dividida em 10 módulos, contemplando desde cursos para instrumentos e de regência, até cursos para crianças e oficinas especiais voltadas para a musicalização de deficientes físicos.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 30 de junho pelo site do Festival.

Simpósio Paranaense

Outro evento que também recebe inscritos é o 14º Simpósio Paranaense de Educação Musical (SPEM), um encontro tradicional de alunos, educadores e pesquisadores. O tema desta edição é “Educação Musical: o compromisso com a escola”.

A reflexão será por meio de conferências, grupos de trabalhos e oficinas, sempre realizadas no Departamento de Música da UEL. Inscrições podem ser feitas até o começo do Festival, no dia 10 de julho, com taxas de R$ 50,00, com valor de R$ 25,00 para estudantes.

Adote um Músico

Na campanha “Adote Um Músico”, famílias londrinenses podem colaborar com músicos de outras cidades e Estados brasileiros, que pretendem estudar música mas não podem arcar com sua estadia durante o Festival.

Os interessados em colaborar com o intercâmbio cultural e artístico passarão por uma triagem feita pela organização e adquirem o direito ao “passaporte musical” para freqüentar a programação artística do evento, além de poder escolher o sexo, idade e o tipo de instrumento executado pelo estudante que hospedará.

Para participar basta entrar em contato com a secretaria do Festival pelo telefone: 3371-6595.

Serviço

28º Festival de Música de Londrina, de 10 a 26 de julho

Informações: 3371-6595 (Praça 1º de Maio, nº 110, Centro) ou através do site: www.fml.com.br

Published in: on 19/06/2008 at 4:46 AM  Deixe um comentário  

Londrina realiza a primeira reunião do coletivo cultural

Artistas de várias áreas planejam ações conjuntas

Por Felipe Teixeira

Esta semana, Londrina deu o primeiro passo para a formação de um coletivo responsável por executar as ações do Circuito Fora do Eixo (grupo formado em 2005 por cinco cidades do interior do Brasil com o objetivo de impulsionar a carreira de grupos de música independente). Reunido na Secretaria de Cultura, um grupo de 20 pessoas, dentre músicos, designers, jornalistas e produtores, iniciou a uma série de encontros, que servirão para a consolidação do futuro integrante do Circuito. Nomes de todas as áreas de interesse relacionadas à cultura, independente da cidade, foram convidados para a reunião, organizada pela Braço Direito Produções.
O primeiro encontro foi de caráter expositivo e serviu para enumerar as ações de todo o Circuito e, através de exemplos, ilustrar como o coletivo local poderá engendrar o que tem sido realizado em coletivos de todo o país. Marcelo Domingues, responsável pela Braço Direito e pelo Festival Demo Sul, deu o tom inicial da reunião.“A idéia não é criar uma associação ou uma ONG para ficarmos aqui discutindo só dificuldades, sem apontar as saídas para resolver. Vamos criar um coletivo, organizado em grupos, para executar ações”.

Mesmo tardio, o coletivo londrinense conseguiu entusiasmar os presentes. Cientista, dono da Lab Records e baterista da Surface, viu a iniciativa de forma positiva, mas alertou para que não haja discriminações dentro do próprio grupo. “Há 20 anos, nós tentamos formar uma associação de bandas de Londrina, mas os próprios responsáveis excluíram determinados grupos e não deu certo. Onde estão essas pessoas hoje?”. Thiago, da banda Mama Quilla, viu no coletivo a saída para a troca de informação e a qualificação de serviços entre todos que de alguma maneira estão envolvidos com a música independente. “Tem muita gente aqui que eu não conhecia, mas tenho a certeza de que podemos fazer muitas parcerias interessantes daqui pra frente, independente da área em que cada um trabalhe”.

Para a próxima reunião, a expectativa é que o número de participantes aumente, pois será colocada em pauta a divisão dos integrantes em Grupos de Trabalho (GT`s), a exemplo de projetos já conhecidos como o Espaço Cubo, de Cuiabá (MT), e o Coletivo Catraia, de Rio Branco (AC).

Published in: on 14/06/2008 at 1:29 AM  Comments (2)  

Tomo dois, mas devolvo cinco

Duas das poucas salas de exibição de Londrina foram fechadas na semana passada. A promessa é reabrir no ano que vem com cinco novas salas

 

por Mie Francine

 

Até o início de 2009, Londrina perderá duas salas de cinema. O Royal Plaza Shopping (localizado no centro da cidade) decidiu fechar seus espaços de exibição até o ano que vem, quando pretende reabrir com cinco novas salas. A justificativa são as reformas, que almejam melhorar o sistema de áudio, vídeo e as acomodações do local. As últimas exibições ocorreram na semana retrasada.

A administração alega queda no movimento, concorrência (desleal) com outras salas da cidade (quais serão?) e, claro, prejuízo advindo da pirataria.

O Royal contava com duas salas de exibição bem menores que a de outro shopping de Londrina e com um sistema de acústica lamentável, já que o som poderia ser ouvido por quem estava fora da sala e por aqueles que assistiam a uma exibição ao lado.

            Críticas à parte, algum tempo atrás, com as reformas do cinema do Catuaí Shopping, o Royal Plaza foi obrigado a se tornar bom: exibir sucessos de bilheteria seria uma atitude impensada, haja vista a cruel concorrência do Shopping da Zona Sul da cidade. A saída foi a exibição de filmes intermediários aos apresentados pelos dois cinemas concorrentes: os com intenções meramente mercadológicas do Catuaí e os assumidamente alternativos do Cine Com-tour (na Região Oeste da cidade).

            A distribuição desse meio de entretenimento também ficava razoavelmente equilibrada em Londrina. Catuaí, na Zona Sul, Com-tour, na Região Oeste, e Royal, no Centro. Agora, pelo menos até o ano que vem, quem quiser se distrair um pouco assistindo a um bom filminho tem menos opções e, se não mora nem no Oeste, nem no Sul da cidade, vai ter que se submeter ao sistema sofrível de transporte londrinense, que piora um pouco mais aos fins de semana e feriados.

            Agora é aguardar pra ver se essas salas de cinema que se foram voltam mesmo. A promessa do “tomo dois, mas devolvo cinco” me deu um estranho pressentimento.

Published in: on 10/06/2008 at 2:07 PM  Deixe um comentário  

Festival da Cultura Japonesa começa nesta segunda-feira

por Daniel Ferraz

Em comemoração ao IMIN 100, o Centenário da Imigração japonesa no Brasil, o Sesc Paraná realiza o Festival da Cultura Japonesa, em Londrina, de 9 a 13 de junho.

O salão social do Sesc abrigará exposições de bonsai, ikebana, origami, kirigami e mangá durante todos os dias do Festival, que conta também com oficinas, apresentações de dança e de artes marciais.

Todas as atividades são gratuitas. As vagas para as oficinas são limitadas. Para obter mais informações ou fazer inscrições ligue para o telefone: (43) 3378-7800.

Confira a programação:

9 de junho

19h30: apresentação de sumô

20h00: apresentação de taekwondô

10 de junho

14h00: oficina de origami

11 de junho

14h00: oficina de ikebana

19h30: apresentação de kendô

20h00: apresentação de karatê

12 de junho

14h00: oficina de kirigami

13 de junho

14h00: oficina de bonsái

19h30: festival de dança japonesa

9 a 13 de junho

8h00 às 12h00 e 14hs às 18hs: exposição de bonsai, ikebana, origami, kirigami e mangá

Published in: on 07/06/2008 at 1:31 AM  Deixe um comentário  

As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian chega às telas da cidade

Por Renata Prado

Escrito em 1951 pelo irlandês C.S. Lewis, Príncipe Caspian é o segundo livro (quarto na sugestão de leitura) da série de sete publicações de As Crônicas de Nárnia e narra o retorno dos irmãos Pevensie a um ano, ou 1300 anos no tempo narniano, à terra de Nárnia. O filme, produzido pela Walden Media, em parceria com os estúdios Disney – que chegou a declarar que Piratas do Caribe III: No Fim do Mundo seria o último grande filme de fantasia a ser produzido – não deixa nada a desejar em relação ao livro.

Logicamente, respeitando as diversas proporções e características de cada gênero. Leitores da saga O Senhor dos Anéis sabem bem disso. É impossível transferir para um filme de duas ou três horas todo o mundo fantástico, cheio de detalhes maravilhosos descritos por Tolkien. E Lewis, seu amigo, segue a mesma linha descritiva. Embora seus livros sejam mais voltados para o público infantil.

Nessa volta ao mundo mágico do leão Aslan, os quatro irmãos enfrentam situações diversas daquelas de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa. Nárnia foi dominada pelos telmarinos, liderados pelo aspirante a rei, Lorde Miraz, que procura impedir que o verdadeiro herdeiro, príncipe Caspian (interpretado por Ben Barnes, que será o próximo Dorian Gray,na adaptação cinematográfica do maior sucesso de Oscar Wilde, O Retrato de Dorian Gray), assuma o trono. O príncipe usa a trombeta mágica de Susan para invocar a ajuda dos antigos reis de Nárnia: Peter, Susan, Edmund e Lucy. E o encontro desses personagens dá início a essa nova e emocionante aventura.

Com temáticas e diálogos mais adultos, mas sem deixar a fantasia de lado, o filme prende o espectador na sala escura, principalmente pela atuação memorável da pequena Georgie Laura Henley, como Lucy Pevensie, e pela aparição de engraçados personagens como o texugo falante Trufflehunter, o rato espadachim Reepiceep e o anão Trumpkin.

Coragem é um dos temas principais desse filme, cujas cenas de batalhas são dominantes e que apresenta um lado mais sombrio em relação ao primeiro, onde a inocência infantil ainda é bastante presente. Em Príncipe Caspian, Peter e Susan já estão crescidos e perdem sua fé. Fé que é tema recorrente nas obras de Lewis. Aqui, a metáfora cristã está na relação de Aslan com a pequena e brilhante Lucy, única a acreditar na volta do grande leão para ajudá-los.

Fotografia e trilha sonora são pontos a se destacar, com créditos para Karl Walter Lindenlaub e Harry Gregson-Williams, respectivamente. E o figurino é perfeito. A direção ficou por conta de Andrew Adamson, que cuidou também do roteiro.

Embora não tenha faturado tanto em sua estréia quanto O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian, bateu o Homem de Ferro nas bilheterias americanas e está dentro daquela lista de aventuras épicas que não podemos nos dar ao luxo de não ver. Por Aslan!

Veja o trailler oficial em http://www.youtube.com/watch?v=jWGRAJhppao

Published in: on 02/06/2008 at 9:46 PM  Deixe um comentário  

Uma aula sobre os Lanternas Verdes

Por Nilokai Streisky

A Guerra do Sinestro, publicada pela DC Comics, é uma das mais empolgantes sagas da editora nos últimos anos. David Gibbons, o lendário ilustrador, que dentre outras coisas ilustrou Watchmen, dessa vez assina o roteiro, juntamente com Geoff Johns, Peter Tomasi, Ron Marz, Alan Burnett. Os ilustradores são Ethan Van Sciver e Ivan Reis. Por sinal, Reis é brasileiro e fez um grande trabalho.

A história é um apanhado geral da mitologia dos Lanternas Verdes, incluindo nomes como Hal Jordan, Kyle Rainer, Guy Gardner e toda a miríade alienígena da tropa. Como o próprio nome sugere, Sinestro, outrora um dos maiores Laternas Verdes do universo, prepara uma vingança avassaladora contra a tropa. Ele foi expulso depois que Hal Jordan o acusou de instigar o medo em seu planeta natal. Instigar medo é o crime máximo que um Lanterna Verde pode cometer. Os Lanternas são proibidos de instigar medo, exatamente o inverso da tropa Sinestro e seus anéis Amarelos.

Na mitologia da editora existem dois tipos de energia: a verde e a amarela. A verde é controlada através da vontade, do autocontrole, da temperança, o que torna a tropa dos Lanternas Verdes como monges intergalácticos. Eles possuem um anel, cuja única limitação é a imaginação do usuário. Podem-se criar armas, paredes, casa, mamutes e tudo o que o Lanterna achar conveniente.

Já a energia amarela é proveniente do medo. Sinestro destilou essa energia e criou novos anéis do poder para enfrentar a tropa. Ao seu lado estão vilões do calibre de Superman Cyborgue e Superman Prime. O objetivo deles, além de destruir a tropa dos Lanternas Verdes, é criar uma nova ordem universal através da coerção e do medo.

A história é madura, o roteiro é bem amarrado e os traços são excelentes. Nos primeiros gibis todos se chamam pelos nomes completos, o que é uma aula sobre alguns dos personagens mais importantes e marcantes do universo da DC Comics. Como coadjuvantes aparecem a Liga da Justiça, Batman, Super Homem e outros nomes famosos da editora. Para quem gosta dos Lanternas Verdes é imperdível. Para quem não conhece, vale a pena passar os olhos e descobrir do que se trata.

Published in: on 02/06/2008 at 5:01 PM  Deixe um comentário